We miss you, Amy!

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Em 23 de julho de 2011, a estrela Amy Winehouse nos deixava. Para homenageá-la, convidamos a MaFla, do #presspassteam, para contar sua história de amor com a diva <3

Por @ma_fla

Sempre fui muito fã da Amy, quem me conhece sabe. Eu passava horas, dias, meses ouvindo suas músicas em looping no rádio do carro. De longe a cantora que mais me influenciava e a que eu mais gostava.

Em 2009 fui para Londres estudar e um dos meus planos obviamente era ir a um show da Amy. Mas infelizmente, para minha surpresa, no mesmo mês em que cheguei em Londres ela anuncia sua tour pela América Latina. Fiquei #chatiada, ia ter que esperar meses até que ela voltasse a fazer show pela Europa.

Candem Town foi o bairro com que eu mais me identificava e frequentava. Eu e minhas amigas íamos semanalmente a um Pub chamado Hawley Arm. Super alternativo, ele era conhecido por ter entre seus frequentadores celebridades e roqueiros, que muitas vezes acabavam fazendo pocket shows inesperados por lá. Um lugar que vale apena conhecer se estiver de passagem por Londres.

Certa noite, estávamos no Howley como de costume, nesse dia estava especialmente lotado, eis que surge bem ao nosso lado a própria. Era a Amy!

A princípio fiquei em choque, já logo peguei meu celular para tirar uma foto, mas fui advertida a não fazer isso por um dos quatro seguranças dela. Então fiquei ali observando e admirando enquanto ela procurava e comandava as músicas na Junkie Box do Pub.

Lá dentro ela era tratada como uma pessoa comum, ninguém a assediava ou pedia para tirar fotos. A essa altura o Pub estava fechado, ninguém mais entrava, só saia. Na frente do Pub tinha se formado uma fila de paparazzi querendo flagrar qualquer momento dela. De repente, uma das minhas amigas me chamou para ia até o bar pegar mais bebida. Quando cheguei, Amy estava do outro lado do balcão servindo as bebidas. Me recebeu com um sorriso e um Pint na mão me abraçou e tiramos as fotos juntas. Quando disse a ela que era do Brasil ela me deu mais um abraço e disse que tinha amado conhecer o meu país. Ao contrário da fama que ela tinha de não gostar de fãs, eu tive uma experiência surreal com ela. Não acreditava que eu estava conhecendo uma das minhas maiores referências. Voltei para casa incrédula ainda com o que tinha acabado de viver. Queria gritar para todo mundo ouvir que eu tinha conhecido a Amy.

Quatro meses depois desse encontro recebo a notícia de sua morte. Fiquei bastante abalada no dia, principalmente pelas circunstâncias da morte, que tristeza. A troca que tive naquela noite com ela foi tão significativa para mim que senti a vontade de homenagear e agradecer a ela através de uma tattoo que leva seu nome. AMY <3

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